Se ele te deixar, tudo bem para ele, mas na vida dele jamais pode acontecer o inverso.
segunda-feira, 7 de maio de 2012
Who's bad?
Se ele te deixar, tudo bem para ele, mas na vida dele jamais pode acontecer o inverso.
segunda-feira, 19 de março de 2012
Olhos nos olhos.
Quando pus meus olhos em você
Ceguei-me para o resto do mundo
Eu posso estar louco,
Guardei-te por tão pouco
Mas não vou me conformar, meu bem
Eu vou te ensinar como se ama o amor
Porque tristes seriam os sonhos,
Se teu rosto em minha memória
Não trouxesse recordações daquele sorriso
Guardado em fotografia,
E só de vê-lo novamente
Eu cantei alegremente
R. = Então vem, toca teus lábios nos meus
E me deixa sentir teu calor
Só eu posso te mostrar
Que quando nossos corpos se entrelaçam
É tão bom ser dois em um.
Essa coisa de brincar com o destino
Vai nos deixar loucos, meu bem
Teu lugar é ao lado meu
Então vem para a cama,
Eu quero sonhar outra vez
E dessa vez meus olhos
Não vão te perder de vista
Então aquieta teu coração
E deixa para trás teus medos
Porque eu vou cuidar de você
R. = Então vem, e encosta tua mão na minha
Que faz frio lá fora
E só eu posso te mostrar
Que quando meus olhos olham para os teus
No ritmo da batida,
Nossos corpos queimam.
Volta logo,
Antes mesmo de ir embora
Porque os teus pés andam fincados no chão
E os teus braços me protegem da solidão
Só eu te fiz sentir daquela forma
Então olha nos meus olhos
E diz que não sente o que sinto agora.
domingo, 5 de fevereiro de 2012
No Found.
terça-feira, 17 de janeiro de 2012
Eternidade mórbida.

É tão triste pensar que um dia você não estará mais aqui para cuidar de mim, ser feliz ao meu lado e me ajudar a ser exatamente quem eu sou só que de uma forma que só você me vê: extraordinária, sem disfarces... Ou que eu não estarei mais aqui, para estar ao seu lado até o seu último suspiro, e espero que esse seja nos meus braços, depois de uma longa vida de amor, carinho e cumplicidade, pois é tudo o que posso oferecer a você: uma eternidade de amor... Mas que coisa é essa que chamam de eternidade que não se pode ser eterno enquanto se está vivo? A morte!
quinta-feira, 17 de novembro de 2011
Os olhos.

terça-feira, 25 de outubro de 2011
Querido.

Querido, devo confessar que sabia que assim seria. Eu iria mais cedo ou mais tarde senti-lo pulsando fortemente em meu peito como um pássaro que voa rumo ao desconhecido e finalmente encontra seu lar. Tentei com todas as forças me conformar de que certo não seria, nem comigo e nem contigo, mas não sou de conformismos. Por isso choro, toda vez que em meu travesseiro repouso minha cabeça, pois não consigo aquietar meu coração. Lembro-me deste teu sorriso de menino moleque que parece sempre querer algo mais, algo que é indecifrável. Decidi então entregar-te meu único bem. Aquele que carrego em meu peito e protejo para que possa permanecer o mais intacto possível, assim que gostaria de entregá-lo. Por inteiro, de uma só vez e não aos poucos, pedaço por pedaço... Sempre me achei como um som de cazuza que se diz ‘exagerado’. Assim que me sinto na maioria das vezes. Sinto como se deve sentir: amor – paixão – gostar – estar afim. Enfim.
Estou traindo a pessoa que sou para poder dizer-te isto, mas não queria que você partisse sem ao menos saber o que se passa dentro de mim. Imagino que seja meio confuso para você, mas é assim que me sinto a maioria do tempo e nem ao menos sei explicar do que se trata. São tantos sentimentos saltando por entre meu interior ao mesmo tempo, é impossível assimilar. Só queria que soubesse que se existia algum orgulho em mim, ficou para trás, detrás da porta do quarto em que o vi, não pela primeira vez, mas por um ângulo diferente. Com novos olhos. Enfim... Entreguei-o tudo aquilo que me pertencia e então chegamos nesse impasse, metade a metade. Parte sua diz que sim e outra que não. Qual delas representa sua verdade? Passei a observar seus olhos, esses não mentiriam, por mais treinados que fossem. Tentei ler seus sinais, por mais confusos que me pareciam, e me vi perdida. Presa em uma estrada com dois caminhos e não sei qual dos dois trilhar. Mas não continuarei com melodramas baratos de boteco de esquina... Só quero dizer que amo o jeito que você faz eu me sentir e não queria perder isso, mas se tiver que ser assim, assim será. Apenas não se esqueça em nenhum momento que eu amo a pessoa que você é. Do jeito que é, não importando o que. É você, desse mesmo jeito que me agrada e que me faz feliz, nesse pouco tempo, nos pequenos momentos em que fomos nós dois apenas. Os meros detalhes. Guardei cada pedacinho de ti em minha memória. Foram esses detalhes que a princípio pareciam insignificantes e me pegaram. Não vou esquecer-me disso, jamais. As boas coisas devem ser imortalizadas, como uma canção.
Adoro-te, queria poder dizer: amo-te. Mas talvez seja cedo ou tarde demais.
sexta-feira, 16 de setembro de 2011
Nocivo.

Quando mirou para dentro de si, estava apegado a algo que até então desconhecia. Embora duvidasse, possuía um grande otimismo e se agarrava a qualquer fiasco de esperança. Pensava que valia à pena acreditar em algo, ou não existiria razão para se estar vivo. Magia... Sua busca era infindável, ele queria a bendita magia. O descompasso do coração. Aquele sentimento infeliz que todos se agarram desesperadamente. Todos querem sentir esse infortúnio. Ele também queria, e por que não haveria de querer? Não é atrás desse mal que vivem os homens? E ele era como todos... E eu com a minha ingênua concepção de que ele não iria querer tocar no tão desejado pote d’ouro: ‘ Ninguém irá se machucar dessa vez, sem mais dramas ‘. Sem mais dramas, seria o mesmo que dizer: sem mais vida. Eu só queria saber: quem diabos o permitiu plantar esse sentimentozinho infeliz em seu coração?E não ouse dizer que fui eu, não me culpo por isso. Eu fiz o que tinha que ser feito, fiz tudo como estava escrito no manual: diga sempre a verdade. E eu disse... ‘Eu não o quero (pelo menos não mais). Eu já o vi uma vez, já o senti. Eu sei do que ele é capaz. Não deixe que a magia o engane, esqueça as melodias e as pulsações. Nada disso compensa o estrago que ele pode fazer. ’ Mas ele era teimoso o bastante para querer, e ele queria... Ah, como ele queria aquela coisa nociva denominada: amor.
